sábado, 29 de maio de 2010

Informática aliada à Educação


Na página abaixo pode-se encontrar alguns programas livres que podem ser usados com finalidade educacional.

http://Bônus Conecte: informática aliada à educação

domingo, 23 de maio de 2010

Estes sites são muito interessantes onde traz a interação tecnologica educacional são
http//
www.cenciaecognicao.org
www.cead.ufsm.br/moodle/course

www.saladeaulainterativa.pro.br/texto
www.anaclaudiadenardin@gmail.com

sexta-feira, 21 de maio de 2010

A s Redes Abraçam a Web


As redes abraçam a Web

por Lílian Starobinas (USP)

Orkut

Facebook

Ning

Twitter...

As redes sociais ganham espaço entre seus alunos.

Será que você pode ficar fora delas?


No dia a dia do trabalho escolar, as redes sociais que vicejam no espaço virtual da internet ainda são olhadas com desconfiança. Para as atividades de uma instituição responsável pela formação de grupos numerosos, com objetivos definidos, tempos segmentados, condições tecnológicas variáveis, parece ameaçador apostar em atividades que envolvam comunicação descentralizada, autonomia nas escolhas de relações e consumo não direcionado de conteúdos diversos. A escola, poderíamos dizer, não pode se dar ao luxo de dedicar seu tempo à navegação errática e à superficialidade.

(...) Outros olhares, é preciso reconhecer, têm sido lançados às redes sociais por educadores que vislumbram nesses espaços ricas oportunidades de troca entre os alunos. Tornam-se, portanto, ferramentas de aprendizagem

Carta na Escola - Edição 45 - 09/04/2010

Postado por Anke

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Educação EAD

"O diploma vale, e o mercado precisa"

por Lívia Perozim
José Manuel Moran explica a expansão da educação a distância no Ensino Superior e por que um bom curso na modalidade equivale a um bom presencial
Para quem já está no mercado de trabalho, mora longe de uma universidade ou não tem tempo disponível para frequentar diariamente uma instituição de ensino, a educação a distância (EAD) parece ideal. Mas ainda há muita desconfiança em relação a essa modalidade de ensino, que está em plena expansão

Carta na Escola Edição 45 - 09/04/2010
Postado por Anke

terça-feira, 18 de maio de 2010

Ensino da letra cursiva e tecnologias


Ensino da letra cursiva para crianças em alfabetização divide opinião de educadores

Artigo postado na Folha de São Paulo, faz observações interessantes entre as diferentes maneiras de se alfabetizar e se faz um paralelo entre as linhas norteadoras da escrita provocando uma discussão sobre escrita e tecnologias.

www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u736314.shtml

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Educação na Web

Abaixo um link de um programa de TV que está sendo exibido no canal Rede TV aos domingos.
Teve um episódio que tratou somente da educação pela Web.

Interção Humano-computador/usabildade

Interação Humano-Computador/Usabilidade

Origem: Wikilivros, livros abertos por um mundo aberto.

Interação Humano-Computador

Usabilidade (do inglês Usability) é o termo que define a facilidade com que as pessoas podem empregar uma ferramenta ou objeto a fim de realizar uma tarefa específica e importante. A usabilidade pode também se referir aos métodos de mensuração da usabilidade e ao estudo dos princípios por trás da eficiência percebida de um objeto. Na IHC, Usabilidade normalmente se refere à simplicidade e facilidade com que uma interface, um sistema ou equipamento computacional pode ser utilizado.

Índice

  • 1 Definições de Usabilidade
    • 1.1 Usabilidade segundo a norma ISO 9241 - Ergonomia de software de escritório
  • 2 Outras perspectivas da usabilidade
  • 3 Medição
  • 4 Testes de Usabilidade e Avaliações de Ergonomia
  • 5 Engenharia de Usabilidade
  • 6 Norma ISO 13407 - Projeto centrado no usuário
  • 7 Resumo
  • 8 Exercícios
  • 9 Referências
  • 10 Ligações Externas

Definições de Usabilidade

A usabilidade está relacionada aos estudos de Ergonomia e da Interação Humano-Computador.

A usabilidade está diretamente ligada ao diálogo na interface e a capacidade do sistema computacional em permitir que o usuário alcance suas metas de interação com o sistema. Ser de fácil aprendizagem, permitir uma utilização eficiente e apresentar poucos erros, são os aspectos fundamentais para a percepção da boa usabilidade por parte do usuário. Mas a usabilidade pode ainda estar relacionada com a facilidade de ser memorizada e ao nível de satisfação do usuário.

Usabilidade segundo a norma ISO 9241 - Ergonomia de software de escritório

Pela definição da ISO usabilidade é a extensão na qual um produto pode ser usado por usuários específicos para alcançar objetivos específicos com efetividade, eficiência e satisfação em um contexto de uso específico (ISO 9241-11).

A efetividade permite que o usuário alcance os objetivos iniciais de interação, e tanto é avaliada em termos de finalização de uma tarefa quanto também em termos de qualidade do resultado obtido.

Eficiência se refere à quantidade de esforço e recursos necessários para se chegar a um determinado objetivo. Os desvios que o usuário faz durante a interação e a quantidade de erros cometidos pode servir para avaliar o nível de eficiência do site.

A terceira medida de usabilidade, a satisfação, é a mais difícil de medir e quantificar, pois, está relacionada com fatores subjetivos. De maneira geral, satisfação se refere ao nível de conforto que o usuário sente ao utilizar a interface e qual a aceitação como maneira de alcançar seus objetivos ao navegar no site.

Outras perspectivas da usabilidade

Segundo a norma citada acima (parte 11 da norma ISO 9241) a usabilidade pode ser especificada ou medida segundo outras perspectivas, como por exemplo:

  • Facilidade de aprendizado - o usuário rapidamente consegue explorar o sistema e realizar suas tarefas;
  • Facilidade de memorização - após um certo período sem utilizá-lo, o usuário não freqüente é capaz de retornar ao sistema e realizar suas tarefas sem a necessidade de reaprender como interagir com ele;
  • Baixa taxa de erros - o usuário realiza suas tarefas sem maiores transtornos e é capaz de recuperar erros, caso ocorram;

Medição

O conjunto de atributos representando a usabilidade evidencia o esforço necessário para a utilização de um software. Da mesma forma é considerado o julgamento individual de seu uso através de um conjunto implícito ou explícito de usuários (Avouris, 2001). Para tanto, os critérios de medição da característica de usabilidade estabelecidos pela norma ISO 9241 reflete na:

  • análise das características requeridas do produto num contexto de uso específico;
  • análise do processo de interação entre usuário e produto;
  • análise da eficiência (agilidade na viabilização do trabalho), da eficácia (garantia da obtenção dos resultados desejados) e da satisfação resultante do uso desse produto.

Testes de Usabilidade e Avaliações de Ergonomia

O teste de usabilidade é uma técnica formal que pode envolver usuários representando a população alvo para aquele determinado sistema. Estes usuários são designados para desenvolver tarefas típicas e críticas havendo com isso uma coleta de dados para serem posteriormente analisados. Contudo o teste de usabilidade caracteriza-se por utilizar diferentes voltadas em sua maioria para a avaliação da ergonomia dos sistemas interativos.

  • Avaliação Heurística;
  • Critérios Ergonômicos;
  • Inspeção Baseada em Padrões, Guias de Estilos ou Guias de Recomendações;
  • Inspeção por Checklists;
  • Percurso (ou Inspeção) Cognitivo;
  • Teste Empírico com Usuários.
  • Entrevistas e Questionários

Algumas técnicas de avaliação para testes de usabilidade podem incluir uma lista de métodos que direciona os esforços dos usuários em realizar uma variedade de tarefas em um protótipo ou sistema. Enquanto realiza estas tarefas ele é observado por inspetores que coletam dados referentes aos processos de interação do usuário, incluindo erros cometidos pelo usuário, quando e onde eles confundem-se ou se frustram, a rapidez com a qual o usuário realiza a tarefa, se eles obtêm sucessos na realização da tarefa e a satisfação do usuário com a experiência.

Entretanto, testes de usabilidade que envolve usuários reais nos procedimentos de interação transformam-se em um procedimento mais oneroso e complexo. A utilização de heurísticas, por exemplo, permite identificar erros mais sérios e difíceis de serem identificados. Mas estudos apontam que a utilização conjunta de ambos os processos, aplicação de heurísticas e testes de usabilidade, é a melhor abordagem de investigações de usabilidade.

Engenharia de Usabilidade

A Engenharia de Usabilidade é uma abordagem de projeto de sistemas onde são utilizados vários níveis de usabilidade especificados quantitativamente numa etapa anterior ao seu desenvolvimento e tendo como objetivo a tomada de decisões de engenharia que vai ao encontro das especificações através de medidas chamadas métricas.

Trata-se, portanto, de uma abordagem metodológica e de natureza científica de produção que objetiva a entrega de um produto usável ao usuário. Para isso utiliza métodos para agrupar requerimentos, desenvolver e testar protótipos avaliar projetos alternativos, analisar problemas de usabilidade, propor soluções e testes com usuário (Garner, 2003). Preece (1994) apresenta uma lista de etapas que descreve a seqüência do processo de engenharia de usabilidade:

  • definir objetivos de usabilidade utilizando métricas;
  • especificar níveis de usabilidade planejados que precisam ser alcançados;
  • analisar o impacto de possíveis soluções de projeto;
  • incorporar retorno derivado do usuário no processo de projeto;
  • iterar através do ciclo “projeto-avaliação-projeto” até que os níveis planejados sejam alcançados.assim

Norma ISO 13407 - Projeto centrado no usuário

O paradigma de desenvolvimento de uma interface com o usuário deve permitir a realização de sucessivos ciclos de "análise -concepção -testes", com a necessária retro-alimentação dos resultados dos testes, de um ciclo a outro. A estratégia consiste em, a cada ciclo, identificar e refinar continuamente o conhecimento sobre o contexto de uso do sistema e as exigências em termos de usabilidade da interface. Na seqüência dos ciclos se constroem versões intermediárias da interface do sistema que são submetidas a testes de uso, em que os representantes dos usuários simulam a realização de suas tarefas. Inicialmente eles participarão de simulações "grosseiras", usando maquetes, mas, com o avanço do desenvolvimento, eles recorrerão a protótipos e versões acabadas do sistema, em simulações mais e mais fidedignas. O objetivo é avaliar a qualidade das interações e levar em conta os resultados dessas avaliações para a construção de novas versões das interfaces. Se implementada desde cedo no desenvolvimento, tal estratégia pode reduzir o risco de falhas conceituais do projeto, garantindo que, a cada ciclo, o sistema responda cada vez melhor às expectativas e necessidades dos usuários em suas tarefas. (Cybis, Betiol & Faust, 2007) Resumo

Referências

  • Cybis, W.A, Betiol, A.H. & Faust, R, Ergonomia e Usabilidade – Conhecimentos, Método e Aplicações. Novatec Editora. ISBN 978-85-7522-138-9
  • ISO (1999). ISO 13407: Human-centred design processes for interactive systems. Gènève: International Standards Organisation.
  • ISO (1997). ISO 9241-11: Ergonomic requirements for office work with visual display terminals (VDTs). Part 11 — Guidelines for specifying and measuring usability. Gènève: International Standards Organisation.
  • Mayhew, D.J. (1999). The usability engineering lifecycle: a practitioner's handbbok for user interface design. San Francisco: Morgan Kaufma

interação mediada por computador

http://www6.ufrgs.br/limc/livroimc/

Interação Humano-Computador/Usabilidade

Origem: Wikilivros, livros abertos por um mundo aberto.

Usabilidade (do inglês Usability) é o termo que define a facilidade com que as pessoas podem empregar uma ferramenta ou objeto a fim de realizar uma tarefa específica e importante. A usabilidade pode também se referir aos métodos de mensuração da usabilidade e ao estudo dos princípios por trás da eficiência percebida de um objeto. Na IHC, Usabilidade normalmente se refere à simplicidade e facilidade com que uma interface, um sistema ou equipamento computacional pode ser utilizado.

Índice

[esconder]

[editar] Definições de Usabilidade

A usabilidade está relacionada aos estudos de Ergonomia e da Interação Humano-Computador.

A usabilidade está diretamente ligada ao diálogo na interface e a capacidade do sistema computacional em permitir que o usuário alcance suas metas de interação com o sistema. Ser de fácil aprendizagem, permitir uma utilização eficiente e apresentar poucos erros, são os aspectos fundamentais para a percepção da boa usabilidade por parte do usuário. Mas a usabilidade pode ainda estar relacionada com a facilidade de ser memorizada e ao nível de satisfação do usuário.

[editar] Usabilidade segundo a norma ISO 9241 - Ergonomia de software de escritório

Pela definição da ISO, usabilidade é a extensão na qual um produto pode ser usado por usuários específicos para alcançar objetivos específicos com efetividade, eficiência e satisfação em um contexto de uso específico (ISO 9241-11).

A efetividade permite que o usuário alcance os objetivos iniciais de interação, e tanto é avaliada em termos de finalização de uma tarefa quanto também em termos de qualidade do resultado obtido.

Eficiência se refere à quantidade de esforço e recursos necessários para se chegar a um determinado objetivo. Os desvios que o usuário faz durante a interação e a quantidade de erros cometidos pode servir para avaliar o nível de eficiência do site.

A terceira medida de usabilidade, a satisfação, é a mais difícil de medir e quantificar, pois, está relacionada com fatores subjetivos. De maneira geral, satisfação se refere ao nível de conforto que o usuário sente ao utilizar a interface e qual a aceitação como maneira de alcançar seus objetivos ao navegar no site.

[editar] Outras perspectivas da usabilidade

Segundo a norma citada acima (parte 11 da norma ISO 9241) a usabilidade pode ser especificada ou medida segundo outras perspectivas, como por exemplo:

  • Facilidade de aprendizado - o usuário rapidamente consegue explorar o sistema e realizar suas tarefas;
  • Facilidade de memorização - após um certo período sem utilizá-lo, o usuário não freqüente é capaz de retornar ao sistema e realizar suas tarefas sem a necessidade de reaprender como interagir com ele;
  • Baixa taxa de erros - o usuário realiza suas tarefas sem maiores transtornos e é capaz de recuperar erros, caso ocorram;

[editar] Medição

O conjunto de atributos representando a usabilidade evidencia o esforço necessário para a utilização de um software. Da mesma forma é considerado o julgamento individual de seu uso através de um conjunto implícito ou explícito de usuários (Avouris, 2001). Para tanto, os critérios de medição da característica de usabilidade estabelecidos pela norma ISO 9241 reflete na:

  • análise das características requeridas do produto num contexto de uso específico;
  • análise do processo de interação entre usuário e produto;
  • análise da eficiência (agilidade na viabilização do trabalho), da eficácia (garantia da obtenção dos resultados desejados) e da satisfação resultante do uso desse produto.

[editar] Testes de Usabilidade e Avaliações de Ergonomia

O teste de usabilidade é uma técnica formal que pode envolver usuários representando a população alvo para aquele determinado sistema. Estes usuários são designados para desenvolver tarefas típicas e críticas havendo com isso uma coleta de dados para serem posteriormente analisados. Contudo o teste de usabilidade caracteriza-se por utilizar diferentes voltadas em sua maioria para a avaliação da ergonomia dos sistemas interativos.

  • Avaliação Heurística;
  • Critérios Ergonômicos;
  • Inspeção Baseada em Padrões, Guias de Estilos ou Guias de Recomendações;
  • Inspeção por Checklists;
  • Percurso (ou Inspeção) Cognitivo;
  • Teste Empírico com Usuários.
  • Entrevistas e Questionários

Algumas técnicas de avaliação para testes de usabilidade podem incluir uma lista de métodos que direciona os esforços dos usuários em realizar uma variedade de tarefas em um protótipo ou sistema. Enquanto realiza estas tarefas ele é observado por inspetores que coletam dados referentes aos processos de interação do usuário, incluindo erros cometidos pelo usuário, quando e onde eles confundem-se ou se frustram, a rapidez com a qual o usuário realiza a tarefa, se eles obtêm sucessos na realização da tarefa e a satisfação do usuário com a experiência.

Entretanto, testes de usabilidade que envolve usuários reais nos procedimentos de interação transformam-se em um procedimento mais oneroso e complexo. A utilização de heurísticas, por exemplo, permite identificar erros mais sérios e difíceis de serem identificados. Mas estudos apontam que a utilização conjunta de ambos os processos, aplicação de heurísticas e testes de usabilidade, é a melhor abordagem de investigações de usabilidade.

[editar] Engenharia de Usabilidade

A Engenharia de Usabilidade é uma abordagem de projeto de sistemas onde são utilizados vários níveis de usabilidade especificados quantitativamente numa etapa anterior ao seu desenvolvimento e tendo como objetivo a tomada de decisões de engenharia que vai ao encontro das especificações através de medidas chamadas métricas.

Trata-se, portanto, de uma abordagem metodológica e de natureza científica de produção que objetiva a entrega de um produto usável ao usuário. Para isso utiliza métodos para agrupar requerimentos, desenvolver e testar protótipos, avaliar projetos alternativos, analisar problemas de usabilidade, propor soluções e testes com usuário (Garner, 2003). Preece (1994) apresenta uma lista de etapas que descreve a seqüência do processo de engenharia de usabilidade:

  • definir objetivos de usabilidade utilizando métricas;
  • especificar níveis de usabilidade planejados que precisam ser alcançados;
  • analisar o impacto de possíveis soluções de projeto;
  • incorporar retorno derivado do usuário no processo de projeto;
  • iterar através do ciclo “projeto-avaliação-projeto” até que os níveis planejados sejam alcançados.assim

[editar] Norma ISO 13407 - Projeto centrado no usuário

O paradigma de desenvolvimento de uma interface com o usuário deve permitir a realização de sucessivos ciclos de "análise -concepção -testes", com a necessária retro-alimentação dos resultados dos testes, de um ciclo a outro. A estratégia consiste em, a cada ciclo, identificar e refinar continuamente o conhecimento sobre o contexto de uso do sistema e as exigências em termos de usabilidade da interface. Na seqüência dos ciclos se constroem versões intermediárias da interface do sistema que são submetidas a testes de uso, em que os representantes dos usuários simulam a realização de suas tarefas. Inicialmente eles participarão de simulações "grosseiras", usando maquetes, mas, com o avanço do desenvolvimento, eles recorrerão a protótipos e versões acabadas do sistema, em simulações mais e mais fidedignas. O objetivo é avaliar a qualidade das interações e levar em conta os resultados dessas avaliações para a construção de novas versões das interfaces. Se implementada desde cedo no desenvolvimento, tal estratégia pode reduzir o risco de falhas conceituais do projeto, garantindo que, a cada ciclo, o sistema responda cada vez melhor às expectativas e necessidades dos usuários em suas tarefas. (Cybis, Betiol & Faust, 2007)

[editar] Resumo

[editar] Exercícios

[editar] Referências

  • Cybis, W.A, Betiol, A.H. & Faust, R, Ergonomia e Usabilidade – Conhecimentos, Métodos e Aplicações . Novatec Editora. ISBN 978-85-7522-138-9.
  • ISO (1999). ISO 13407: Human-centred design processes for interactive systems. Gènève: International Standards Organisation.
  • ISO (1997). ISO 9241-11: Ergonomic requirements for office work with visual display terminals (VDTs). Part 11 — Guidelines for specifying and measuring usability. Gènève: International Standards Organisation.
  • Mayhew, D.J. (1999). The usability engineering lifecycle: a practitioner's handbbok for user interface design. San Francisco: Morgan Kaufmann.

[editar] Ligações Externas


quarta-feira, 12 de maio de 2010

Computador em sala de aula!

Mas e o que acontece quando o aluno tem interesse em aprender mais, em buscar, navegar na internet e, o professor não permite isto? Muitas vezes, porque ele está desatualizado e não admite que o aluno irá saber mais, ou não tem a humildade de aprender com o aluno.
Esta imagem é uma excelente representação do professor que não está a favor do uso das tecnologias.

O USO DOS COMPUTADORES NAS SALAS DE AULA

Após compreendermos o que é INTERAÇÃO, é importante realizarmos uma reflexão sobre o uso dos computadores na sala de aula, ou seja, sobre a interação significativa, que pode acontecer através do computador.O artigo de Fábio Paiva Reis " O uso dos computadores nas salas de aula", trata sobre a importância do uso dos computadores e também da preparação dos professores.
Um aspecto que considerei muito importante, escrito pelo autor, é que "...o computador garante a melhoria na aprendizagem, mas é a ação humana que garante uma boa interação".
Para ler o artigo, clique no link a seguir:
O USO DOS COMPUTADORES NAS SALAS DE AULA
www.capparelli.com.br

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Interação mediada por computador

Olá Colegas! Dêem uma olhada no vídeo, clicando no link a seguir:http://www.youtube.com/watch?v=9VDQBKAjVoc. É um vídeo bem interessante de Alex Primo, que possibilita através de imagens e sons a compreensão do que é interação. Abraços!

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Boas Vindas...

Olá pessoal, sejam bem-vindos ao blog da disciplina Interação Mediada por Computador.

Esperamos que a gama de informações disponibilizadas e discutidas ao longo destas tês semanas, neste blog, sejam significativas e possam ser transformadas em conhecimento. Desejamos um bom diálogo para todos!

Giliane e Tarcila